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Terceirizados protestam no Centro

Cristian Abreu-Hidalgo
Terceirizados protestam no Centro

Wagner Souza/AAN

Manifesta�óo teve inicio �s 11h e cobra reabertura da unidade central

Um grupo de manifestantes protestou na manhã de ontem contra a medida do Governo do Estado de fechar a unidade do Poupatempo, na Avenida Francisco Glicério, na região central de Campinas. Localizados em frente à unidade, eles criticaram a demissão dos cerca de 150 funcionários que trabalhavam no espaço e cobraram que o local fosse reaberto para que a população pudesse novamente usufruir dos benefícios do atendimento. Com cartazes, os manifestantes se aproveitavam dos momentos em que o sinal semafórico da via ficava fechado para ficarem em cima da faixa de pedestres e apontar as placas em direção aos carros. O protesto teve inicio às 11h e durou até 12h15. No começo deste mês, o governo de São Paulo anunciou o fechamento da unidade, sob a alegação de que contrato com a empresa terceirizada, que fazia a gestão do espaço, havia sido encerrado. O Estado também alegou que Campinas era a única cidade do interior paulista que possuía mais de uma unidade do Poupatempo em operação. Por causa disso, ficou decidido que todos os atendimentos seriam transferidos para a unidade do Campinas Shopping, no Jardim do Lago, que por enquanto está fechada por causa da pandemia de coronavírus. A decisão não agradou boa parte dos moradores de Campinas, que passaram a pedir para que o atendimento continuasse na região central do município. No dia 7 de junho, a Câmara de Campinas instalou uma comissão representação, com seis para tentar reverter à decisão do governo estadual. Pouco mais de uma semana depois, o prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB), prometeu ceder um local para que a unidade continuasse funcionando na cidade. Em nota, a Prodesp responsável pela gestão das unidades do Poupatempo no Estado, informou que está negociando com a Prefeitura de Campinas um novo prédio para que o espaço continue funcionando na região central e que os postos terceirzados dependem de processo licitatório.